sexta-feira, 14 de setembro de 2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

sábado, 1 de setembro de 2012


Fonte: http://www.st-goar.de/index.php?article_id=1552&clang=0

sábado, 2 de junho de 2012

Conhecendo a terra de meus antepassados Mallmann.

Queridos amigos!
Durante a semana, estarei postando algumas fotos e relatando a minha hospedagem em Hunsrück. Região onde viveram e emigraram meus antepassado. Tive a enorme oportunidade de conhecer a família Daute, sendo descendentes de Anna Maria Mallmann(casada com Michael Clemens) filha mais velha de Jakob Mallmann e Anna Maria Neubauer, sendo a única que permaneceu na Alemanha, seus irmãos, Johann Nikolaus Mallmann, Peter Mallmann e Philipp Mallmann emigraram em 1871 para o Brasil.
FOTO: Essa foto tirei quando estava indo com o trem ICE, a 250 km/h, a Boppard. Nela, mostra as plantações de uva, que dominam a região do Rio Reno e Mosel. Algumas montanhas são cobertas de parrerais de uva. Tudo muito lindo.
1º Dia conhecendo a Terra de meus antepassados Mallmann.

O que mais chama a atenção, é o Rio Reno, que embeleza toda a região. Sua curvas entre as montanhas, e os castelos belíssimos. Sendo muito usado para o transporte de cargas e embarcações com turistas. As montanhas são repletas de lendas. Sendo uma delas irei postar nas próximas fotos. A mesma foi contata por Walter Mallmann, prefeito da cidade de St. Goar, que visitei.
 
 
A primeira cidade que visitamos, eu e Engelbert, foi Karbach, onde nasceu Thomas Mallmann, o patriarca da família Mallmann, aproximadamente em 1550. Visitamos a Igreja de St. Quintin, e no final da tarde, passamos na casa do prefeito de Karbach, onde adquirimos o livro "Chronik Karbach", neste consta varias histórias sobre os Mallmann que residiram e residem nesta cidade.
Igreja St. Quintin
Tivemos a imensa sorte de encontrá-la aberta. A Senhora estava regando as flores, sendo a Senhora(que aparece na porta da Igreja) é casada com um Mallmann. A igreja foi construída entre os anos 1618 a 1648. No seu interior, consta a lista das vítimas do Weltkrieg/Guerra Mundial de Karbach, entre muitos, o nome de 5 Mallmann's. A Segunda  Guerra Mundial deixou sua marca em Karbach. A cidade era entorno da Igreja, destruída praticamente por completo na Guerra. Seus moradores a ergueram anos após, em outro local, mais próximo ao Rio Reno.

Norath
Onde nasceu Johann Nikolaus Mallmann(casado com Anna Krautkrämer), Peter Mallmann(casado com Margaretha Seibel), Philipp Mallmann(casado com Catharina Kasper), e o tio, Johann Peter Mallmann(casado com Elisabetha Adams). Todos emigraram para o Brasil.
Lá visitamos Mathilde, neta de Anna Mallmann e Michael Clemens. Anna é a irmã mais velha de Johann Nikolaus, Peter, e Philipp(citados acima) que permaneceu na Alemanha. A casa onde Anna e Michael residiam, não existe mais, deu lugar a outra residência, sendo na atual, Pe. Emilio Mallmann se hospedava, quando visitava familiares em Norath.
Anna Mallmann está sepultada no Cemitério de Norath, mas sua lápide não existe mais. Pois, na Alemanha, as lápides só podem permanecer 30 anos. Passado esse tempo, a pedra tumular é retirada, mas as restou mortais do falecido permanece no local. Anna descansa em frente a escada, logo na entrada do cemitério.
Norath não foi bombardeada na Segunda Guerra Mundial, somente a cidade vizinha, mas foi saqueada. Engelbert, irmão de Mathilde, lembra quando tinha quatro anos de idade, sua família permaneceu durante 3 dias e 3 noite dentro de um túnel, enquanto americanos saqueavam a casa.
FOTO: Interior da igreja de Norath, onde muito Mallmann's foram batizados, e casaram.



Blankenrath
No mesmo dia, fomos a Blankenrath, onde meu tataravô, Johann Peter Mallmann, casou com Elisabetha Adams. Johann Peter foi agricultor em Blankenrath, sendo em 1863, com a esposa, a sogra já viúva, os seis filhos, sendo o mais novo com 1 ano de idade, emigrou para o Brasil. Durante a longa viagem, perdeu um dos filhos, Cristian, faleceu as 10 anos em alto mar.
Eu e Engelbert, passamos também pelo cemitério daquela localidade, onde vimos que lá ainda permanece o sobrenome Adams.





 
St. Goar
Cidade movida pelo turismo. Fica a beira do Rio Reno. Onde visitamos o Prefeito Walter Mallmann. Walter é descendente de Johann Mallmann(*1640) e Elisabetha/Gertrud Veltens. 


 


Almoçamos no restaurantes do Castelo Rheinfels, onde tivemos uma visão panorâmica de St. Goar e do Rio Reno. O Castelo é o foco dos turistas. St. Goar também é muito conhecida pelo vinho, e pela lenda de Loreley.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Pe. Lodomilo Augusto Mallmann


     Pessoa de rara importância à grandiosa família Mallmann.

     Natural de Arroio do Ouro, em Estrela, filho de Annibal Mallmann e Maria Emília Knecht, de onde saiu ainda criança para o seminário. Em 1960, viajou à Europa para elaborar e defender tese de doutorado. Foi a preparação próxima para atuar como professor nas instituições de ensino superior da Ordem fundada por Inácio de Loyola. A estada, por vários anos, no Velho Mundo, despertou o desejo de desvendar as raízes da família Mallmann.
     Depois de muitos anos pesquisando, em 1994 publicou o livro A ORIGEM DA FAMÍLIA MALLMANN, o qual deu a oportunidade de conhecermos as raízes, e descendentes da imensa família Mallmann espalhada pelo Mundo.
     Ludmilo, como nome de batismo, atuou como professor na UNISINOS desde a criação da universidade. Foi chefe do Departamento de Teologia(1971 a 1979), chefe do Departamento de Filosofia(1976), diretor do Centro de Educação e Humanismo(1975/2 a 1985) e diretor da Biblioteca(1996 a dezembro de 2010). Fez parte do grupo de professores que ministrou aula para a primeira turma de Direito da universidade.
     Pe. Mallmann,  coube a iniciativa dos Encontros da Família Mallmann, e estava preparando um memorial, que seria exposto no VIII Encontro Internacional da Família Mallmann, a realizar-se em 08 de setembro de 2012, em Pinhalzinho/SC.
     
     Faleceu serenamente, aos 85 anos de idade, na manhã de domingo, 15 de abril de 2012, vítima de ataque cardíaco, assistindo a missa, em São Leopoldo, entre seus colegas jesuítas, após 65 anos de dedicação ao sacerdócio
     Segundo a decisão dos Padres Jesuítas, seu corpo será cremado, e suas cinzas serão depositadas no Santuário Padre Reus, em São Leopoldo.


Sábio é aquele que guarda na lembrança a história de sua vida e a 
de seus ancestrais e consegue integrá-la no presente com a
atenção direcionada para as surpresas do futuro.  
Pe. Lodomilo Augusto Mallmann

Décio Afonso Mallmann - Primeiro prefeito de Sério/RS

     Dedico este espaço à uma pessoa de notável importância ao município de Sério. O mais velho de 12 irmãos, Décio Afonso Mallmann, filho de Alberto Carlos Mallmann e Metha Fleck, sempre procurou o melhor a sua família e comunidade. Dedicou-se na vida política, em setembro de 1990 integrou a comissão emancipacionista, na qual ocupou o cargo de vice-presidente. Em 1991 foi realizado o plebiscito pelo qual a população decidiu pela emancipação e, por consenso, Décio Afonso Mallmann foi indicado para ser o primeiro prefeito. Assumiu com Ivanir Sartori em 1º de Janeiro de 1993, seguindo até Dezembro de 1996. Passaram primeiramente por momentos difíceis. Entre as principais obras, destaca-se a pavimentação das principais ruas da cidade, a construção da escola de educação infantil do centro da cidade, e o ginásio de Arroio Alegre. A instalação de computadores em todas as salas foi um de seus maiores avanços. 
     Foi presidente do Círculo de Pais e Mestres(CPM) da Escola Estadual Pedro Albino Muller, de 1973 a 1981. Como líder religioso, se envolveu nas questões da Paróquia São José. Foi um dos fundadores do CTG Querência do Sério, sempre participava de eventos tradicionalistas, em especial de cavalgadas dos quais era admirador e levava os netos. De 1997 a 2000 foi secretário da Administração. Décio também atuou como orientador agrícola da Souza Cruz por 28 anos.
     Tio que lutou contra um tumor cerebral maligno, e que veio a falecer está manhã, 15 de março de 2012, em Curitiba/PR. Partiu aos 68 anos de idade, deixando a esposa, três filhos e sete netos.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Cruzeirense conhece a cultura alemã

A oportunidade de cuidar de crianças, o Au Pair, possibilita um "mergulho" cultural na Alemanha


       Ao desembarcar na cidade de Ehingen, no sul da Alemanha, o cruzeirense Orestes Josué Mallmann, 19, se deparou com um inverno com mínimas de 26 graus negativos. Enquanto isso, sua família que vive da agricultura em São Bento, encarava temperaturas superiores a 40°C.
      O dia 9 de fevereiro marcou o início de sua aventura na Europa, em busca de suas raízes e de aperfeiçoar os conhecimentos no idioma alemão. O cenário é propício. O país mistura a modernidade com o culto a história como poucos no mundo.
      A oportunidade de um ano é condicionada ao trabalho de Au Pair, a língua alemã, que aprendeu em casa como primeiro idioma, era uma das exigências do emprego. Ele cuida de um garoto de 9 anos e ajuda em serviços gerais na casa de seus hospedeiros. Para encarar a aventura, o jovem interrompeu o curso de história na Univates, iniciado após servir ao Exército Brasileiro, em São Gabriel.
      Considera que vale a pena, pois a proximidade com suas origens e a possibilidade de estudar o idioma serão úteis quando regressar ao Vale do Taquari. No futuro ele quer trabalhar com genealogias, por conta própria há 4 anos, uma de suas paixões é pesquisar as ramificações e origens de famílias da região. A paixão pela história começou quando sua professora trouxe na sala de aula um antigo jornal.
      Nele havia a mesma foto que sua família possuía sem saber quem era. “Comecei a pesquisar e descobri que era meu trisavô, depois disso, não parei mais.” Mesmo de longe, segue contribuindo com a montagem e postagens do blog Abrindo o Baú (www.abrindobaudoschierholt.blogspot.com), produzido em colaboração com o historiador José Alfredo Schierholt. Outro fruto da colaboração é a pesquisa sobre cemitérios abandonados publicada no A Hora, em 2011. 

Valorizar o idioma
      A pausa para viver na Europa por um ano não significa inatividade. Desde o início do mês, enquanto o menino que cuida está na escola, realiza um curso de alemão e planeja um roteiro de viagens que inclui cidades européias e o Egito. Mallmann conta desde a chegada dos imigrantes alemães ao Brasil, a língua apenas incorporou vocábulos em português, mas não se modernizou. “Muitas vezes quando converso com pessoas aqui na Alemanha, elas respondem que minhas palavras são antigas, as mesmas que seus avós usavam.”  
      Aos poucos sua pronúncia e vocabulário têm melhorado, isso facilita seu contato com as pessoas, “sempre muito educadas”, e a movimentação pela Europa, quase toda interligada por metrô, nos momentos de folga. Na metade do ano, quando terá mais conhecimento da língua alemã, planeja iniciar a pesquisa sobre seus ancestrais.
      Para se divertir, Mallmann encontra outros Au Pairs brasileiros e juntos visitam pontos turísticos e degustam a gastronomia local. Tudo bastante temperado. “Uma das coisas que mais me impressiona, é a coleta do lixo, tudo aqui é muito organizado”, diz. A tecnologia possibilita que faça contato todos os dias com a família por meio de redes sociais, o que reduz a saudade.
      O jovem salienta a importância da valorização da língua alemã, principalmente no Vale do Taquari, e buscar as possibilidades que o seu conhecimento oferece, entre elas o trabalho de Au Pair. “Não tenham vergonha de falar alemão.”



Publicado em: Jornal A HORA do Vale - 9, 10 e 11 de Março de 2012.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Museu Gaúcho da FEB - São Gabriel

Em meu ano de Serviço Militar(2011), tive a oportunidade de conhecer o Museu da FEB – Força Expedicionária Brasileira. Um Museu que visa preservar a história e a memória dos pracinhas que estiveram nos campos de batalha da Itália.
Com um acervo fixo e exclusivamente sobre a 2ª Guerra Mundial, as peças ou fotos existentes em exposição procuram contar um pouco da história dos heróis brasileiros. Possui em exposição um acerco com aproximadamente 2.500 itens.
Hoje possui o maior acervo sobre a 2ª Guerra Mundial no Brasil. O Museu ocupa o prédio centenário da Estação Férrea, na Praça Carlos Pereira.


Blindado Sherman.

Armas diversas que foram usadas na 2ª Guerra Mundial.
 

Vários capacetes usados na 2ª Guerra Mundial.

Visão parcial do Museu.


Fonte: http://www.anvfeb.com.br/museu_s_gabriel.htm

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Escola Padre Afonso Rodrigues ficará pra história

O educandário da Picada Augusta, Cruzeiro do Sul, simplesmente está prestes a ser demolido por completo.
Consta que é a segunda mais antiga escola em Cruzeiro do Sul, talvez iniciada em 1890, como fundação da primeira Escola Primária Particular. Mais tarde, outra escola foi fundada em 15 de Janeiro de 1906, onde o professor Adolfo Júlio Pochmann tinha 45 alunos, em 1922. 
O patrono Santo Afonso Rodrigue também foi missionário jesuíta, um dos Três Mártires de Caaró. Os livros de registros foram destruídos no incêndio da moradia de Carlos Schneider, um dos pioneiros, onde estava guardado o arquivo escolar.
 
Foto da primitiva Escola-Capela da Picada Augusta, possivelmente fundada em 15 de Janeiro de 1906, vendo-se diante da mesma, o grupo de Frente Agrária Gaúcha.


          Nova Escola Padre Afonso Rodrigues, construída em 1967.

Foto da Escola Padre Afonso Rodrigues, em estado de demolição, 
em 04 de Dezembro de 2011.

Biografia dos primeiros professores da Escola Padre Afonso Rodrigues:

João Becker - 1º Professor da Escola Padre Afonso Rodrigues, e sexto professor na Escola Particular São Rafael. Era marceneiro, filho de Valentin Becker e Catarina Weckmann. Em 1912, ensinava em alemão a 20 alunos na Picada Augusta e a 25 alunos em São Gabriel de Estrela, em turnos alternados. Viveu e morreu solteiro, deixando toda sua herança a Silvestre Arenhart.

Theobaldo Weiler - 2º Professor da Escola Padre Afonso Rodrigues. Filho de José Weiler e Susana Bender. Casou com Lucia Dresch.
Foto do professor Theobaldo Weiler e Dona Lucia Dresch.

Adolfo Júlio Pochmann - 3º Professor da Escola Padre Afonso Rodrigues (desde Julho de 1914). Professor por 40 anos na comunidade católica de São Rafael, Cruzeiro do Sul, no turno da manhã, desde 1906, tendo um decênio depois 17 meninos e 28 meninas. À tarde, lecionava na Picada Augusta - cf Mitteilungen nº 5, de Maio de 1936. Nasceu em 13 de Abril de 1886, em Arroio do Meio, casou em 25 de Janeiro de 1908 com Catarina Scheid (*26-08-1886, filha de Miguel Scheid e Regina Scher), tendo oito filhos. Fundo uma Sociedade dos Professores Particulares e foi líder das Caixas Rurais (hoje Sicredi). Só nos últimos anos conseguiu uma pensão do Governo do Estado como professor aposentado, já adoentado. Faleceu em 20 de Janeiro de 1948, em Santa Clara do Sul.

Foto de Adolfo Júlio Pochmann, em 1916, com uma turma de alunos da Escola Particular de São Rafael.

Alfredo Scheibler – 4º Professor da Escola Padre Afonso Rodrigues (desde 1945). Nasceu em 03 de Novembro de 1921, filho de Edmundo Scheibler e Rosa Klein. Casou com Olimira Madalena Kuhn, nascida em 02 de Janeiro de 1928. Faleceu em 11 de Fevereiro de 2004, e Olimira Madalena faleceu em 16 de Agosto de 2005. Ambos estão sepultados no Cemitério Católico de Picada Augusta.

Foto do professor Alfredo Scheibler.
Após Alfredo Scheibler, em 1978, lecionou a filha, Maria de Lourdes Scheibler Wendt e Sandra Marileia Lorenz, em 1993, ao ser desativada.
 

Fotos e Texto: Orestes Mallmann e José Alfredo Schierholt(em Cruzeiro do Sul e sua História).
 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Famoso “Feijão Taquari”

Como em prato de brasileiro não pode faltar o feijão, os imigrantes o adotaram com gosto.
Quem deixou resgatada a memória da feijoada típica da região foi Aloísio Raimundo Schneider, no Correio do Povo, de 25-5-1969. Essa feijoada era preparada e servida a bordo dos vapores da Companhia Arnt ou da Aliança. Havia quem viajasse a Porto Alegre só para saborear o prato feito com o “Feijão Taquari”. O segredo da receita foi descoberto e divulgado pelo jornalista:
Ferve-se uma porção de feijão preto ou mourinho com bastante água. Temperos habituais: sal, pimenta vermelha, cebolinha, alho, e manjerona. Quando estiver meio macio, acrescentam-se umas costelas defumadas de porco e rodelas de lingüiça nova. Corta-se salsa em duas porções: uma se põe logo e outra, quase no fim.
Com o feijão já macio, põe-se em outra panela grande bastante cebola cortada. Deixa-se dourar em azeite ou banha. Quando estiver bem dourada, ajunta-se o feijão com bastante calda. E aqui há um segredo: quando o feijão estiver cozinhando e a calda for pouca, junta-se água fria e nunca quente, um copo de cada vez. Quando estiver fervendo, amasse com um garfo ou socador mais ou menos a quarta parte do feijão, a fim de conseguir uma calda mais encorpada. Nesse ponto, adicionam-se umas duas colheres de gordura (banha ou azeite).
Bem quente o feijão, ajunta-se farinha de mandioca (não muito fina). Aos poucos e mexendo sempre para não encaroçar. Nem junte farinha demais para não ficar excessivamente encorpado. Nessa fase acrescenta-se a segunda porção de salsa cortada. Deixa-se ferver por poucos instantes em fogo baixo, até formar bolhas. Mexendo sempre. Cuidado para não queimar, senão perdeu toda a poesia... e o feijão.
Foto: Vapor no Porto de Lajeado

Texto: Estrela Ontem e Hoje - José Alfredo Schierholt.

sábado, 29 de outubro de 2011

Antigo Cemitério de Forquetinha - RS


Relação de sepultados:
Mamãe e filha

Os dados mostram que possivelmente a mãe faleceu no parto, 
ainda jovem, e a filha exatamente um mês depois. 

Mamãe




Nome: Erna Prass
Nascida: Pohl
Data nascimento: 20.11.1928
Data falecimento: 14.04.1952





Filha

Nome: Erna Maria Prass
Data nascimento: 14.04.1952
Data falecimento: 14.05.1952

Família Bündchen



Nome: Josef Bündchen
Data nascimento: 03.08.1850
Local: Bei Zimern Begierungsbezirn Koblenz
Data falecimento: 20.01.1921



Nome: Eva Katharina Bündchen
Nascida: Straszburger
Data nascimento: 03.05.1849
Local: in Oberdiebach Kreis St. Goar Rheinprowinz. 
Data falecimento: 08.03.1924 










Jovem Pohl
 



Família Schwingel



Pedro Miguel Schwingel e Catharina Schwingel *Hauschild
 *26.10.1863                                                  *06.05.1862 
+ 09.11.1902                                                  + 10.08.1943 



 
Elisabetha Brand

Nascida: Kurtz 
Data nascimento: 13.03.1880 
Data falecimento: 17.07.1924 












Família Juchum 
Nome: Carlos Juchum
Data nascimento: 07.07.1858
Local: in Oberstein, Deutschland.
Data falecimento: 05.07.1921  
Nome: Anna Juchum               
Nascida: Taffe                        
 Data nascimento: 03.07.1863 
Data falecimento: 18.08.1933 


Thereza Quinot

Nascida: Metz
Data nascimento: 23.08.1901
Data falecimento: 26.12.1929



















Família Kurz 
 Somente uma lápide estava legível.

Nome: Maria Elisabeth Kurz
Nascida: Lang
Data nascimento: 01.03.1843
Eingewandert: 1852 
Data falecimento: 25.07.1921 













 
Jacob Winter

Data nascimento: 03.10.1845
Data falecimento: 09.10.1927
















Solicite a lista completa pelo e-mail: orestesmallmann_gremio@hotmail.com

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

José Alfredo Schierholt.

Filho de Franz Wilhelm Schierholt e Anna Agnes Kloppenburg, ambos falecidos. Nasceu em 23-11-1934, em Bagé, distrito de Rio Negro, hoje Hulha Negra. Concluído o primário em Rolante, cursou o seminário menor em Pelotas e Santo Ângelo, o noviciado em Maravilha (SC), filosofia e teologia em Passo Fundo, onde foi ordenado em 10-12-1961. Exerceu o ministério em Santo Ângelo, Rolante e David Canabarro, onde ingressou no magistério estadual, em 1969. Laicizou-se em 21-5-1971 e casou-se com Renê Alievi, em 8-12-1971, tendo os filhos Leandro, Saionara (advogados) e Andréia (estudante). É licenciado em filosofia pela Universidade de Passo Fundo, com pós-graduação em Metodologia do Ensino Superior pela UNISINOS.
Transferiu-se para Lajeado, em 5-4-1971, onde foi professor no Colégio Estadual Presidente Castelo Branco e na Escola Estadual Irmã Branca. Lecionou Filosofia na Escola Madre Bárbara e História na Universidade de Passo Fundo, em cursos de extensão em Estrela, e na Universidade de Caxias do Sul, em cursos de extensão na FATES, onde atuou, de 1976 a 1994. Aposentou-se em 10-5-1999.
Jornalista profissional nº 1375, em 1-1-1959, iniciou no DIÁRIO DA MANHÃ, em Passo Fundo, onde, no mesmo ano, fundou e dirigiu o jornal O UNIVERSITÁRIO. Atuou no JORNAL DE LAJEADO, de 1973 a 1976. Fundou e dirigiu o JORNAL DA FATES, de julho de 1992 a agosto de 1994. Em 1-6-1978, entrou em O INFORMATIVO DO VALE, onde tem a coluna semanal A Enciclopédia do Vale do Taquari, desde 15-3-2007. Desde 29-4-2006, tem a página semanal Abrindo o Baú em A HORA do Vale. Em 1999, foi produtor cultural na TVE. Em 18-4-1986, fundou o Instituto Histórico e Geográfico do Vale do Taquari, seu presidente até 11-11-2007.
Em 1986, recebeu o Prêmio Alicerce Cultura, do Grupo Independente - e o Título de CidadãoLajeadense, como penhor de reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à comunidade lajeadense, conferido pela Câmara de Vereadores, em 20-12-1993. Foi patrono da 5ª Feira do Livro, em 2010 e Pirâmide da Sesmaria Culturaal na 7ª Feira do Livro de Dom Pedrito, em 2011. É sócio-correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul; membro da Academia de Letras dos Municípios do Rio Grande do Sul, na Cadeira 234, em 10-4-2003. É sócio-fundador da Academia Literária do Vale do Taquari, em 4-10-2005, seu 1º tesoureiro, até 7-4-2010.

José Alfredo Schierholt publicou os seguintes livros:

Centenário da Ordenação Sacerdotal do Pe. Berthier 1862-1962, de 128 páginas e 180 fotos, em coautoria com Roque Zimmermann, em 1962. Esgotado!

Revolução Federalista no Vale do Taquari, 1ª ed. em 1989 e 2ª ed. em 1991, com 348 páginas e 34 fotos. R$ 30,00

Lajeado I - História Política, 1ª ed. em 1992 e 2ª ed. em 1993, com 360 páginas e 80 fotos. R$ 30,00

Lajeado II - APEUAT - Raízes do Ensino Superior, em 1995, com 124 páginas e 45 fotos. R$ 30,00

Schierholt - História e Genealogia, em 1996, com 120 páginas e 65 fotos. Esgotado!

100 Anos de Madre Bárbara, em 1997, com 140 páginas e 58 fotos. R$ 20,00

À Sombra de Plátanos - História da Saúde no Vale do Taquari, em 1997, com 234 páginas e 43 fotos. R$ 30,00

Grão de Mostarda - Caminhada da Paróquia de Santo Inácio, em 1997, com 178 páginas e 32 fotos. R$ 30,00

Frei Boaventura Kloppenburg, OFM - 80 Anos Por Cristo em Sua Igreja, em 1999, com 448 páginas e 65 fotos. Quase esgotada - R$ 70,00

80 Anos da ACIL - História da Associação Comercial e Industrial de Lajeado, em 2001, com 232 páginas e 70 fotos. R$ 30,00

Estrela Ontem e Hoje - História do município de Estrela, com 464 páginas e 23 fotos, em 2002. R$ 30,00

ROLANTE Rio que gera História, com 304 páginas e 14 fotos, em 15-12-2004. R$ 30,00

Cruzeiro do Sul e sua História, com Dicionário, com 424 páginas, em 8-7-2010. R$ 30,00

RÁDIO INDEPENDENTE 60 anos no ar, com 200 páginas e 167 fotos, em 25-7-2011. R$ 30,00

Livros virtuais/digitais em E-boock e CDs:

Dicionário de Próprios Municipais de Lajeado, com 1.179 verbetes e 1.242.832 caracteres digitados, em 2004.

Dicionário de Estrela, com 8.855 verbetes e 2.834.3395 caracteres digitados, em 2005.

Frei Boaventura Kloppenburg, OFM - 90 Anos Por Cristo em Sua Igreja, atualizado, em 2009.